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Isenções para a Copa de 2014 vão ultrapassar um bilhão de reais

<div><span style=’FONT-SIZE: 7pt; COLOR: #333333′><font face=’Verdana’ size=’2′><strong>Da Reda&ccedil;&atilde;o do Sapesp<br /><br /></strong></font></span></div><div><span style=’COLOR: #333333′><font face=’Verdana’ size=’2′>As isen&ccedil;&otilde;es de impostos federais para a Copa do Mundo de 2014 v&atilde;o custar cerca de R$ 900 milh&otilde;es. Esse bolo de ren&uacute;ncia fiscal poder&aacute; ultrapassar em muito o total de R$ 1 bilh&atilde;o, ao se somarem as isen&ccedil;&otilde;es dos impostos que tamb&eacute;m v&atilde;o ser concedidos pelos governos estaduais e prefeituras das 12 cidades que v&atilde;o sediar os jogos.<br /><br /></font></span></div><div><span style=’COLOR: #333333′><font face=’Verdana’ size=’2′>As informa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o dos t&eacute;cnicos da Receita, Augusto Carlos Rodrigues e Fernando Mombelli, durante a audi&ecirc;ncia p&uacute;blica promovida, na &uacute;ltima quinta-feira, dia 25, pela Subcomiss&atilde;o de Fiscaliza&ccedil;&atilde;o da Copa da C&acirc;mara, presidida pelo deputado Silvio Torres (PSDB-SP).<br /><br /></font></span></div><div><span style=’COLOR: #333333′><font face=’Verdana’ size=’2′>A reuni&atilde;o teve por objetivo debater os dois projetos de lei enviados ao Congresso Nacional pelo presidente da Rep&uacute;blica, para reduzir a carga tributaria nas a&ccedil;&otilde;es ligadas &aacute; Copa, uma das exig&ecirc;ncias impostas ao governo pela FIFA para o Brasil sediar o megaevento.<br /><br /></font></span></div><div><span style=’COLOR: #333333′><font face=’Verdana’ size=’2′>Um dos projetos prev&ecirc; a concess&atilde;o de isen&ccedil;&atilde;o fiscal &agrave; FIFA e &agrave;s entidades que prestar&atilde;o servi&ccedil;os no Mundial. O outro autoriza as cidades-sede a abrir m&atilde;o do ISS – Imposto Sobre Servi&ccedil;o – e permite que Estados decidam sobre a isen&ccedil;&atilde;o do ICMS- Imposto sobre Circula&ccedil;&atilde;o de Mercadorias e Servi&ccedil;os.<br /></font></span></div><div><span style=’COLOR: #333333′><font face=’Verdana’ size=’2′><br />As isen&ccedil;&otilde;es<br /></font></span></div><div><span style=’COLOR: #333333′><font face=’Verdana’ size=’2′><br />Esclarecendo indaga&ccedil;&atilde;o do deputado Silvio Torres, o especialista tribut&aacute;rio Fernando Mombelli afirmou que a FIFA, no Caderno de Encargos que foi aceito pelo governo brasileiro, imp&ocirc;s condi&ccedil;&otilde;es especiais relativas a tarifas alfandeg&aacute;rias e impostos de importa&ccedil;&atilde;o, isen&ccedil;&otilde;es fiscais gerais e procedimentos relativos &agrave; imigra&ccedil;&atilde;o, alf&acirc;ndega e check-in. O n&atilde;o cumprimento dessas medidas, uma cl&aacute;usula prev&ecirc; indeniza&ccedil;&atilde;o &agrave; FIFA.<br /></font></span></div><div><span style=’COLOR: #333333′><font face=’Verdana’ size=’2′><br />As isen&ccedil;&otilde;es ter&atilde;o validade a partir de 1&deg; de janeiro de 2011, ficando encerradas em 31 de dezembro de 2015.</font></span></div><div><span style=’COLOR: #333333′><font face=’Verdana’ size=’2′>Os t&eacute;cnicos da Receita Federal estimaram que dos R$ 900 milh&otilde;es da ren&uacute;ncia fiscal ( Imposto de Renda, PIS e COFINS), R$ 340 milh&otilde;es s&atilde;o relativos &agrave; isen&ccedil;&atilde;o para as obras nos est&aacute;dios e outros 560 milh&otilde;es de reais&nbsp; deixar&atilde;o de ser arrecadado nas demais atividades e opera&ccedil;&otilde;es ligadas &agrave; Copa. As isen&ccedil;&otilde;es s&atilde;o para as importa&ccedil;&otilde;es de equipamentos, de bens de consumo, medicamentos, combust&iacute;veis e servi&ccedil;os de transmiss&atilde;o de sons e imagem.<br /></font></span></div><div><span style=’COLOR: #333333′><font face=’Verdana’ size=’2′><br />S&atilde;o beneficiarias: FIFA Internacional, Subsidiaria FIFA no Brasil, Emissora Fonte, prestadores de servi&ccedil;os da FIFA, parceiros comercias, Comit&ecirc; Organizador Local (LOC), federa&ccedil;&otilde;es, confedera&ccedil;&otilde;es e pessoas f&iacute;sicas n&atilde;o domiciliadas no Brasil.<br /></font></span></div><div><span style=’COLOR: #333333′><font face=’Verdana’ size=’2′><br />Ap&oacute;s a competi&ccedil;&atilde;o, os bens dur&aacute;veis importados dever&atilde;o ser exportados e doados a entidades de interesse p&uacute;blico.<br /></font></span></div><div><span style=’COLOR: #333333′><font face=’Verdana’ size=’2′><br />Receitas<br /></font></span></div><div><span style=’COLOR: #333333′><font face=’Verdana’ size=’2′><br />Augusto Carlos Rodrigues, que chefia a Divis&atilde;o de Estudo Jur&iacute;dicos Tribut&aacute;rios da Receita Federal, declarou n&atilde;o existir dentro da Receita uma estimativa de quanto o governo vai arrecadar em fun&ccedil;&atilde;o da Copa do Mundo. Adiantou que o Minist&eacute;rio do Esporte trabalha com a expectativa de uma arrecada&ccedil;&atilde;o da ordem de R$ 10 bilh&otilde;es em impostos.<br /><br /></font></span></div><div><span style=’COLOR: #333333′><font face=’Verdana’ size=’2′>Segundo Rodrigues, houve grande dificuldade para adequar as exig&ecirc;ncias de isen&ccedil;&atilde;o de tributos para a FIFA &agrave; realidade jur&iacute;dica brasileira, que n&atilde;o permite a isen&ccedil;&atilde;o diretamente a pessoa jur&iacute;dica internacional. T&eacute;cnicos da Receita Federal chegaram a ir &agrave; Alemanha para ver como este pais conduziu esta quest&atilde;o para promover a Copa de 2006.<br /><br /></font></span></div><div><span style=’COLOR: #333333′><font face=’Verdana’ size=’2′>Ele explicou que foi necess&aacute;rio pedir a cria&ccedil;&atilde;o de subsidi&aacute;rias da FIFA no Brasil para que as isen&ccedil;&otilde;es fossem asseguradas.<br /></font></span></div><div><span style=’COLOR: #333333′><font face=’Verdana’ size=’2′><br />Preocupa&ccedil;&atilde;o Silvio Torres<br /></font></span></div><div><span style=’COLOR: #333333′><font face=’Verdana’ size=’2′><br />O deputado Silvio Torres, que foi o autor do requerimento de realiza&ccedil;&atilde;o da audi&ecirc;ncia p&uacute;blica, prev&ecirc; dificuldades na tramita&ccedil;&atilde;o dos dois projetos do governo.<br /><br /></font></span></div><div><span style=’COLOR: #333333′><font face=’Verdana’ size=’2′></font></span></div><div><span style=’COLOR: #333333′><font face=’Verdana’ size=’2′>Falando &agrave; imprensa, Torres tamb&eacute;m manifestou preocupa&ccedil;&atilde;o quanto ao atraso no cronograma de obras para o evento. Disse ele: &ldquo;O Brasil assinou esse compromisso quando aceitou sediar a Copa e agora tem que cumprir. Os projetos de Lei est&atilde;o chegando &agrave; C&acirc;mara. Dado ao fato de estarmos em ano eleitoral e com uma pauta bastante tumultuada, vejo que teremos dificuldades de aprovar isso at&eacute; o fim do ano. Mat&eacute;rias de ren&uacute;ncia tribut&aacute;ria s&atilde;o sempre muito debatidas. Queremos que o Brasil entre num ritmo de organiza&ccedil;&atilde;o da Copa que d&ecirc; mais tranq&uuml;ilidade, porque j&aacute; estamos atrasados com aeroportos, com est&aacute;dios, com projetos de mobilidade urbano, com esse pr&oacute;prio projeto de Lei, com portos. E esse &eacute; um quadro extremamente preocupante, apesar do discurso oficial de que tudo vai bem.</font></span></div>

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