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Autonomia do futebol

<font face=’Verdana’ size=’2′>O presidente da FIFA Joseph S. Blater e o presidente da UEFA Lennart Johansson se reuniram no &uacute;ltimo dia 26 com o prop&oacute;sito de discutir como melhorar a colabora&ccedil;&atilde;o entre as organiza&ccedil;&otilde;es em distintas &aacute;reas, em particular em defesa da autonomia do futebol.<br />A press&atilde;o que se exerce nos &oacute;rg&atilde;os administrativos do futebol est&atilde;o aumentando; este &eacute; o caso da FIFA, assim como de suas confedera&ccedil;&otilde;es e associa&ccedil;&otilde;es membros. <br />Grandes clubes, especialmente na Europa, grupos de press&atilde;o econ&ocirc;micos e comerciais, agentes de jogadores, e em alguns casos, governos de varias partes do mundo est&atilde;o tratando de intervir na organiza&ccedil;&atilde;o do futebol. Ante esta perspectiva o futebol h&aacute; de defender sua posi&ccedil;&atilde;o.<br />Neste sentido, se focou especial aten&ccedil;&atilde;o ao recentemente apresentado Informe Independente sobre o Desporto Europeu (IIDE). Os presidentes chegaram &agrave;s seguintes conclus&otilde;es conjuntas:<br /><br />1. Apoiamos as mensagens principais do Informe, os quais p&otilde;e em relevo a autonomia do desporto e sua auto-regulamenta&ccedil;&atilde;o conforme o principio da colabora&ccedil;&atilde;o mutua, segundo o qual as disposi&ccedil;&otilde;es claras delimitadas pelo pr&oacute;prio esporte decidem sobre seus protagonistas e suas a&ccedil;&otilde;es em &acirc;mbito mundial, assim como nas confedera&ccedil;&otilde;es e as associa&ccedil;&otilde;es membro; <br /><br />2. Respaldamos a necessidade de uma s&oacute;lida base legal e uma defini&ccedil;&atilde;o clara dos limites entre as responsabilidades governamentais e desportivas;<br /><br />3. Compreendemos e aceitamos a interfer&ecirc;ncia das institui&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas ante aos &oacute;rg&atilde;os administrativos desportivos em quanto a necessidade de uma organiza&ccedil;&atilde;o adequada, e estamos preparados para assumir esta responsabilidade no futebol;<br /><br />4. Consideramos que n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio que a Uni&atilde;o Europ&eacute;ia constitua uma Ag&ecirc;ncia Europ&eacute;ia de Desportos j&aacute; que estimamos que isto s&oacute; aumentaria a burocracia e o risco de interven&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica no esporte; <br /><br />5. Estamos convencidos de que a FIFA e a UEFA podem chegar a um s&oacute;lido acordo entre o futebol e as autoridades pol&iacute;ticas na Europa e no resto do mundo e de como colaborar para o desenvolvimento de nosso esporte; <br /><br />6. A fim de poder encontrar as melhores solu&ccedil;&otilde;es para os problemas atuais &eacute; indispens&aacute;vel que o trabalho cont&iacute;nuo a respeito do IIDE integre as opini&otilde;es dos &oacute;rg&atilde;os diretores do futebol; e<br /><br />7. Por &uacute;ltimo, os dois presidentes estiveram de acordo em que a continuidade do trabalho de parceria na lideran&ccedil;a do futebol &eacute; importante, particularmente nestes tempos em que se apresentam tantos desafios.<br /><br />FIFA, 26/10/2006 (Tradu&ccedil;&atilde;o Sapesp)<br /></font>

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