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FIFPRO apoia brasileiro Daniel Alves, vítima de racismo

REDAÇÃO SAPESP

O racismo voltou aos holofotes no futebol europeu. No maior clássico do futebol espanhol, na partida entre Real Madrid x Barcelona, válida pela semi-final da Taça da Espanha, torcedores merengues protagonizaram mais um ato de intolerância racial ao imitar sons de macaco para o brasileiro Daniel Alves, do rival Barcelona.

"Eu sei que estão sendo feitas atitudes na luta contra isso, mas ainda acontece. Para mim é uma guerra perdida. Estou na Espanha há 10 anos, e tem acontecido desde o primeiro dia.", lamentou Daniel Alves.

Esta não é a primeira vez que o baiano recebe insultos e declara guerra. No ano passado, Alves reclamou por diversas vezes sobre os insultos, sem resultados.

"A batalha para erradicar o racismo do futebol é uma pergunta difícil, mas nunca devemos desistir", diz Tony Higgins, porta-voz da FIFPro sobre anti-racismo. "Temos de vencer esta batalha", finalizou o dirigente.

Segundo nota oficial da FIFPRO, é claro que uma educação adequada, envolvendo os jogadores e os sindicatos dos jogadores vai ajudar a reduzir o comportamento racista. No entanto, para aqueles arruaceiros que persistem em sua má conduta deformada, medidas mais fortes serão necessárias, e isso significa que sanções mais duras e ação por parte da polícia. 
 

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