<font face=’Arial’><font face=’Arial’><font face=’Arial’><p><strong><font face=’Verdana’ size=’2′>Do site da FIFPro</font></strong></p><p><font face=’Verdana’ size=’2′>Existe uma onda de inquietude no Comitê Executivo da FIFPro pelo futuro do futebol Professional, segundo se depreende da reunião que o Comitê acaba de celebrar nos dias 01 e 02 de junho em Hoofddorp, sede da entidade na Holanda. Depois de uma extensa reflexão das conseqüências da crise financeira mundial, os membros do Comitê Executivo instam a adotar uma serie de medidas imediatas e contundentes.</font></p><p><font face=’Verdana’ size=’2′>O presidente da Sapesp Rinaldo Martorelli compõe o Comitê Executivo, em novembro de 2009 no Congresso de Budapeste foi nomeado pelos sindicatos americanos para mais um mandato de quatro anos.</font></p><p><font face=’Verdana’ size=’2′>Em todo o mundo os onze membros se depararam com as conseqüências dos problemas financeiros que refletem diretamente no futebol. Em todos os países onde há futebol profissional a crise vem prejudicando extremamente o esporte. O Comitê Executivo discutiu extensamente sobre estes problemas, que não se limitam exclusivamente aos chamados pequenos países futebolísticos, mas que também afetam aos grandes países. Sobretudo se observa um aumento desaforado do número de jogadores que não recebem salários.</font></p><p><font face=’Verdana’ size=’2′>A preocupação do Comitê Executivo é ainda maior devido a grande divisão existente no mundo do futebol e sobre a forma como os dirigentes vêm atacando esta crise financeira. A FIFPro opina que é preciso passar do discurso à ação e que já não se pode mais permitir apenas que siga os desmandos administrativos e culpando a crise. </font></p><p><font face=’Verdana’ size=’2′>Segundo a FIFPro é preciso que todas as partes implicadas adotem imediatamente uma relação de medidas que não só influenciem nas competições internacionais (como por exemplo o Jogo Limpo Financeiro da UEFA), mas, também que sejam efetivas em todos os países que alberguem o futebol profissional. </font></p><p><font face=’Verdana’ size=’2′>A FIFPro insta a adotar as seguintes medidas urgentes: </font></p><p><font face=’Verdana’ size=’2′>Introdução do cumprimento obrigatório dos requisitos mínimos contratuais em todos os países onde se jogue o futebol profissional . (Como introduzir o Jogo Limpo Financeiro em países que sequer exigem um contrato escrito?); </font></p><p><font face=’Verdana’ size=’2′>Criação obrigatória em todos os países de uma Câmara Nacional de Resolução de Disputas. Os jogadores devem poder reclamar de forma relativamente fácil em caso de não pagamento de seus salários. Atualmente os jogadores têm que esperar um tempo excessivo até que se inicie a tramitação de seu caso. E isso se seu processo começa a tramitar já que muitos países ainda não existe uma CNRD; <br /><br />Proibição da influência de terceiros sobre jogadores e clubes. As regras atuais resultam insuficientes. Há que se reforçar e fazer vinculantes as regras existentes, tanto a nível nacional como internacional; <br /><br />Modificação das regras relativas ao Regulamento FIFA sobre Agentes de Jogadores. É preciso dar-lhes um novo enfoque, ressaltando a mediação no lugar da profissão. As regras devem estar embasadas na transparência e controle. <br /><br />E para introduzir tais medidas não é absolutamente necessário criar uma posição de excepcionalidade legal para os esportes profissionais em geral e para o futebol em particular. O Comitê Executivo refutou unanimemente qualquer forma de autonomia que possa prejudicar o trabalho dos futebolistas. A esse respeito a FIFPro se oporá com todos as medidas judiciais possíveis. <br /><br /><input type=’image’ height=’184′ width=’300′ src=’/disco_virtual/Image/fifpro comite.jpg’ /></font></p></font></font></font>