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Clube infringe Estatuto do Torcedor e tem dinheiro confiscado

<font face=’Verdana’ size=’2′>Um dia ap&oacute;s a derrota para o Flamengo por <st1:metricconverter w:st=’on’ productid=’2 a’>2 a</st1:metricconverter> 1 e a elimina&ccedil;&atilde;o da Ta&ccedil;a Rio, o Vasco sofreu outro rev&eacute;s: o clube n&atilde;o ter&aacute; direito a qualquer benef&iacute;cio fiscal em &acirc;mbito federal por seis meses. A decis&atilde;o &eacute; dos desembargadores da 1&ordf; C&acirc;mara C&iacute;vel do Tribunal de Justi&ccedil;a do Rio. <br /><br />A condena&ccedil;&atilde;o ocorreu por conta de uma a&ccedil;&atilde;o coletiva proposta pelo Minist&eacute;rio P&uacute;blico Estadual, ap&oacute;s o Vasco n&atilde;o cumprir o Estatuto do Torcedor em jogo ocorrido em 17 de maio de 2006, contra o Fluminense.&nbsp;</font><span style=’FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; mso-bidi-font-family: ‘Times New Roman’; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA’><font size=’2′>De acordo com o Minist&eacute;rio P&uacute;blico, o Vasco fez a distribui&ccedil;&atilde;o de ingressos 48 horas antes da partida, desrespeitando o prazo legal de 72 horas antes do in&iacute;cio do jogo. <br /><br />Al&eacute;m disso, o clube disponibilizou os ingressos em apenas tr&ecirc;s postos de venda – o estatuto diz que as entradas devem ser vendidas em pelo menos cinco bilheterias.&nbsp;<br />&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<br />Futebol Interior, 12/04/2010</font></span>

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