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Sindicato comemora articulação da Convenção Coletiva de Trabalho

O dia 01 de fevereiro de 2016 pode ser considerado uma data de muita importância para a história do Sindicato de Atletas Profissionais do Estado de São Paulo . O presidente da entidade, Rinaldo Martorelli, reuniu-se pela manhã com os presidentes de Sindbol (Airton Santiago), Sindicato Nacional dos Clubes (Mustafá Contursi) e da FPF (Reinaldo Carneiro Bastos).
 
Em pauta, a finalização das tratativas que definirão a assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho em São Paulo. Também participou Cristiano Caús, advogado destacado pela FPF para acompanhar os procedimentos e que vem conduzindo as negociações com o presidente Martorelli há alguns meses.
 
“A relação entre sindicatos, que já foi muito tumultuada, hoje transcorre num clima de respeito e harmonia. Por isso, temos conseguido avançar e o mais importante é que finalmente os representantes dos clubes se convenceram que uma CCT não traz benefícios somente para os empregados , mas também para os empregadores. Quando há uma relação normatizada eles (clubes) passam a ter ciência daquilo que podem ou não observar na relação de emprego, evitando assim muitas disputas judiciais. Dentro desse conceito também é convergente a posição de que os empregadores não podem mais ficar sem respeitar os pagamentos dos salários e demais obrigações da relação, porque os descumprimentos vêm afetando demais o futebol tirando dele sua credibilidade. E futebol sem credibilidade é futebol sem patrocínio e futebol sem patrocínio nos dias de hoje ficará fadado ao desaparecimento”, esclareceu Martorelli.
 
Agora, para encerrar de vez as tratativas, os sindicatos de São Paulo (de clubes e atletas) começam as formalidades legais para o envio do documento final ao órgão próprio do Ministério do Trabalho, que será responsável por homologar o acordo para que as regras passem a valer. Martorelli planeja assinar a CCT até no máximo em abril.
 
PLANO DE NACIONALIZAÇÃO
Após discutir as questões estaduais, Martorelli e Mustafá (representando as federações nacionais de suas categorias) passaram a negociar o desenvolvimento da CCT em nível nacional.

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